“Arquitetura como espaço fundante das emoções”

Espaço não são sólidos, eles se modificam e se moldam de acordo com as necessidades e também experiências vividas neles. Alguns são projetados para evocar determinadas sensações, já outros as evocam pelas memórias relacionadas com as interações que aconteceram ou acontecem ali.

Como início do exercício imaginamos três sensações/emoções, as minhas escolhidas foram: angústia, aconchego e paz.

Em seguida realizamos três desenhos rápidos (três minutos) das sensações respectivamente:




A seguir, fomos desafiados a pensar três espaços, não necessariamente reais que correspondessem a eles.

O primeiro retrata um corredor fechado que para atravessá-lo é preciso se espremer em meio aos espinhos, causando desconforto, sufocamento e medo. A cena ainda retrata a dúvida se valeria a pena passar por esse caminho para chegar à uma escada na qual nem se sabe para onde leva. Tudo isso me remete à sensação de angústia.

O segundo é referente ao aconchego. Esse abraço que envolve, representado pela sala curva e que prende, mas te dá espaço, como a forma fechada em sua maioria, porém com uma abertura. O sofá vem mais de memórias a respeito desse sentimento, contudo também é um objeto que traz essa sensação através da textura e sua funcionalidade receptiva e acolhedora.


A paz me remete à cruz, o símbolo máximo de sua conquista. Mas também me remete a um caminho, representado pela abertura da estrutura, e à formas concretas e lineares, passando certa tranquilidade.










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